domingo, 26 de fevereiro de 2012
O ódio, em si,
É irreal
O que é imortal
É puro frenesi
Dentro de ti
Ainda há cor?
E dentro de nós?
Puro torpor?
I-N-S-A-N-I-D-A-D-E
Se você quiser,
Te dou um trago
Mais uns afagos
Puro deslize
Há quem se arrisque,
Há quem duvide?
Há.
Respire o ar
Cores, em si,
Vêm em bordões,
Dentro de ti
Estão as razões...
É irreal
O que é imortal
É puro frenesi
Dentro de ti
Ainda há cor?
E dentro de nós?
Puro torpor?
I-N-S-A-N-I-D-A-D-E
Se você quiser,
Te dou um trago
Mais uns afagos
Puro deslize
Há quem se arrisque,
Há quem duvide?
Há.
Respire o ar
Cores, em si,
Vêm em bordões,
Dentro de ti
Estão as razões...
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Mesmo com toda falta
De energia
Não se pode evitar
A elegia
Não se pode evitar
Que linhas sejam cruzadas
A arte de ser sem ser
É bela demais
Pelo conjunto da obra
Pelo medo da desforra
Dedos apontados
Em sinal de sinergia
Podem, mesmo, desenhar
Golpes de alegria?
Podem mesmo evitar
Que luzes sejam apagadas?
Estandartes vermelhos
Escondem leques de medos
Nunca se sabe a hora
De dar um fim a uma obra
Só mudam os nomes
E os rostos.
Talvez gostos
Respondam
O ato de olhar para trás e não
Se reconhecer
Estranho é não se sonhar
E mesmo assim viver
Mesmo com o dom da sabedoria
Não se pode evitar a elegia
Não se pode evitar
Que marcas sejam riscadas
A arte ter por ter é fútil demais...
De energia
Não se pode evitar
A elegia
Não se pode evitar
Que linhas sejam cruzadas
A arte de ser sem ser
É bela demais
Pelo conjunto da obra
Pelo medo da desforra
Dedos apontados
Em sinal de sinergia
Podem, mesmo, desenhar
Golpes de alegria?
Podem mesmo evitar
Que luzes sejam apagadas?
Estandartes vermelhos
Escondem leques de medos
Nunca se sabe a hora
De dar um fim a uma obra
Só mudam os nomes
E os rostos.
Talvez gostos
Respondam
O ato de olhar para trás e não
Se reconhecer
Estranho é não se sonhar
E mesmo assim viver
Mesmo com o dom da sabedoria
Não se pode evitar a elegia
Não se pode evitar
Que marcas sejam riscadas
A arte ter por ter é fútil demais...
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Mesmo atento
à toda e qualquer variação
O ódio destila o gosto do veneno
Certo de que as partes voltarão
Para todos os todos
Não se pode negar os entre-momentos
E de lá, devagar,
Nunca dá pra rimar
Tudo ilusão
Vem pra cá a-ce-le-rar
A pulsação
Lá e cá, daqui pra ali
É sempre assim
Se morrer, melhor assim
Não pode se iludir
Há um certo risco
Em qualquer rabisco de...
Amor, o que vem depois?
Mesmo que os dedos
Exalem radiação
A sorte respira o ar rarefeito
Claustrofóbicos entre-momentos
Não podem apagar os sutis efeitos
Há um certo risco
Em qualquer rabisco de...
Râncor, é o que vem depois?
Lá e cá, daqui pra ali
Vem respirar, vem resistir
Será que vamos sobreviver?
Vamos sobreviver?
Rarefeito é um vão espelho
Que reflete as vaidades
E não hesita em sufocar, quem sabe, afogar
Odes, paródias, dedicatórias vão sucumbir
Para que o amor possa sobreviver?
à toda e qualquer variação
O ódio destila o gosto do veneno
Certo de que as partes voltarão
Para todos os todos
Não se pode negar os entre-momentos
E de lá, devagar,
Nunca dá pra rimar
Tudo ilusão
Vem pra cá a-ce-le-rar
A pulsação
Lá e cá, daqui pra ali
É sempre assim
Se morrer, melhor assim
Não pode se iludir
Há um certo risco
Em qualquer rabisco de...
Amor, o que vem depois?
Mesmo que os dedos
Exalem radiação
A sorte respira o ar rarefeito
Claustrofóbicos entre-momentos
Não podem apagar os sutis efeitos
Há um certo risco
Em qualquer rabisco de...
Râncor, é o que vem depois?
Lá e cá, daqui pra ali
Vem respirar, vem resistir
Será que vamos sobreviver?
Vamos sobreviver?
Rarefeito é um vão espelho
Que reflete as vaidades
E não hesita em sufocar, quem sabe, afogar
Odes, paródias, dedicatórias vão sucumbir
Para que o amor possa sobreviver?
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Um, dois, três, quatro, cinco,
Seis, sete, oito, nove, dez...
E um bom revés
Sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um...
E um medo incomum
Quinze mais três, nove vezes dois,
Serão dezoito...
E o desconforto é
Certo quanto dois e dois são seis
Dois são seis
Vezes três...
D - E - S - E - N - V - O - L - V - E - R
Não volte, nem espere
2D, 3D, 4P's, códigos, DR's
Confuso e sexy...
Nem o "ABC" foi capaz de
Descrever
Que um belo afeto é
Certo quanto dois, dois e dois são seis
Dois são seis
Vezes três
Mais uma vez.
Seis, sete, oito, nove, dez...
E um bom revés
Sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um...
E um medo incomum
Quinze mais três, nove vezes dois,
Serão dezoito...
E o desconforto é
Certo quanto dois e dois são seis
Dois são seis
Vezes três...
D - E - S - E - N - V - O - L - V - E - R
Não volte, nem espere
2D, 3D, 4P's, códigos, DR's
Confuso e sexy...
Nem o "ABC" foi capaz de
Descrever
Que um belo afeto é
Certo quanto dois, dois e dois são seis
Dois são seis
Vezes três
Mais uma vez.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Enquanto os cortejos mais tristes celebram,
E as dores de amores resistem e sangram
"Au revoir", "long goodbyes", "te echo de menos"
Esboçam convites pernósticos
Enquanto perigos mapeiam socorros
Sabores ariscos aumentam os reforços
"Au revoir", "long goodbyes", "te echo de menos"
Revelam palpites holísticos
Todo e parte se revelam
Mixórdia
Tudo, nada e os meios termos
Oxidados
Enquanto terreiros batucam a sorte
Passado e presente se tornam mais fortes
"Au revoir, te echo de menos"
É a frase de um filme da vida real...
Todo e parte se revelam
Mixórdia
Tudo, nada e os meios termos
Oxidados
Au revoir, te echo de menos,
Não se esqueça
Nunca esqueça
Au revoir!
E as dores de amores resistem e sangram
"Au revoir", "long goodbyes", "te echo de menos"
Esboçam convites pernósticos
Enquanto perigos mapeiam socorros
Sabores ariscos aumentam os reforços
"Au revoir", "long goodbyes", "te echo de menos"
Revelam palpites holísticos
Todo e parte se revelam
Mixórdia
Tudo, nada e os meios termos
Oxidados
Enquanto terreiros batucam a sorte
Passado e presente se tornam mais fortes
"Au revoir, te echo de menos"
É a frase de um filme da vida real...
Todo e parte se revelam
Mixórdia
Tudo, nada e os meios termos
Oxidados
Au revoir, te echo de menos,
Não se esqueça
Nunca esqueça
Au revoir!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
É tão rápido quanto um cometa
Tão direto quanto uma vinheta
Tão urgente quanto uma má notícia
Tão voraz quanto mil ninfetas
A dinâmica que muda
Ao mesmo tempo em que a musa
Se mostra de lá
E desperta sentimentos descarados
E o abstrato é um medo real
Mesmo sendo, assim, tão fácil enxergar
Abstrato é um credo letal
Abstrato é um medo real
É tão sério quanto uma lambança
Tão etéreo quanto uma doce lembrança
Tão intenso quanto o suspiro final
Tão algoz quanto a inconstância
A dinâmica que muda
Ao mesmo tempo em que a disputa
Se afasta de lá
E provoca movimentos arriscados
E o abstrato é um medo real
Mesmo sendo, assim, tão fácil enxergar
Abstrato é um credo letal
Abstrato é um medo real
Tão direto quanto uma vinheta
Tão urgente quanto uma má notícia
Tão voraz quanto mil ninfetas
A dinâmica que muda
Ao mesmo tempo em que a musa
Se mostra de lá
E desperta sentimentos descarados
E o abstrato é um medo real
Mesmo sendo, assim, tão fácil enxergar
Abstrato é um credo letal
Abstrato é um medo real
É tão sério quanto uma lambança
Tão etéreo quanto uma doce lembrança
Tão intenso quanto o suspiro final
Tão algoz quanto a inconstância
A dinâmica que muda
Ao mesmo tempo em que a disputa
Se afasta de lá
E provoca movimentos arriscados
E o abstrato é um medo real
Mesmo sendo, assim, tão fácil enxergar
Abstrato é um credo letal
Abstrato é um medo real
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Bonito, bonito...
É o sonho que se confunde à lucidez
Beijos são icônicos, quase que platônicos
Muita sedução e o rastro invisível
De fogo, de fogo
Ser fair play é imaginar
E isso é foda...
1, 2, 3...
Pausa pra respirar
Uma sutil moda
Ah!
Deixe o seu corpo vir dançar
Queima, fogo!
E o desamor será
O melhor ópio
Quando os institos perdem pro juízo,
Eles voltam mais fortes?
Eles vencem as mortes?
Ou aumentam os medos?
Quando os destinos pagam os prejuízos
Eles mudam a sorte.
Facilitam os cortes
E nos convidam ao gozo.
Ah!
Deixe o seu corpo vir dançar
Queima, fogo!
E o desamor será
O melhor ópio
É o sonho que se confunde à lucidez
Beijos são icônicos, quase que platônicos
Muita sedução e o rastro invisível
De fogo, de fogo
Ser fair play é imaginar
E isso é foda...
1, 2, 3...
Pausa pra respirar
Uma sutil moda
Ah!
Deixe o seu corpo vir dançar
Queima, fogo!
E o desamor será
O melhor ópio
Quando os institos perdem pro juízo,
Eles voltam mais fortes?
Eles vencem as mortes?
Ou aumentam os medos?
Quando os destinos pagam os prejuízos
Eles mudam a sorte.
Facilitam os cortes
E nos convidam ao gozo.
Ah!
Deixe o seu corpo vir dançar
Queima, fogo!
E o desamor será
O melhor ópio
sábado, 19 de novembro de 2011
Mais emoção
E menos razão
Ser reticente, quase indecente,
Ranger de dentes...
Raiva e decepção.
Não por não
Talvez melhor um sim
Falsos macetes
Presos na rede,
Mate-me a sede
De burlar sua intenção
Um labirinto em cores fortes,
Um infinito universo,
Grafismos e fonemas incertos
Se achar é pura sorte
Mas, devagar!
Assim é que o amor
Vai nos pegar...
Melhor é se render
Contra apatia, intuição...
Contra covardia, só o perdão
É sabedoria
Viver dia após dia
Essa simetria é pura alegria
Um brinde ao que for,
Um brinde, minha flor!
E menos razão
Ser reticente, quase indecente,
Ranger de dentes...
Raiva e decepção.
Não por não
Talvez melhor um sim
Falsos macetes
Presos na rede,
Mate-me a sede
De burlar sua intenção
Um labirinto em cores fortes,
Um infinito universo,
Grafismos e fonemas incertos
Se achar é pura sorte
Mas, devagar!
Assim é que o amor
Vai nos pegar...
Melhor é se render
Contra apatia, intuição...
Contra covardia, só o perdão
É sabedoria
Viver dia após dia
Essa simetria é pura alegria
Um brinde ao que for,
Um brinde, minha flor!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Até relógios se esqueceram
E fatos se perderam assim
Como quem quer enxergar o óbvio,
O ócio te consome até o fim
Veste a culpa e vem
Despe-me o medo, meu bem
Feche os olhos,
Aguce os gostos
Se deixe rir, num ir e vir
Mas não me confunda
Com qualquer desculpa
Sobre o que acontecer depois...
Há uns meios para se perder, amor
E tanto desespero assim é dor
Atente para os espólios
Veja que o mito é o ódio
Corra contra o tempo
E veja o quanto é impossível a perfeição
Não nos perca de vista,
Navegue em recaídas
Esse é um sentimento bom
Que desemboca no fervor
De qualquer ilusão.
E os pensamentos raros surgem
Na velocidade desse bons momentos,
Escaneiam nossas vidas, curam as feridas
E imprimem o existir.
Caleidoscópios se quebram
E atos irromperam
Você não quer enxergar óbvio,
Mas o ócio nos consome até o fim.
E fatos se perderam assim
Como quem quer enxergar o óbvio,
O ócio te consome até o fim
Veste a culpa e vem
Despe-me o medo, meu bem
Feche os olhos,
Aguce os gostos
Se deixe rir, num ir e vir
Mas não me confunda
Com qualquer desculpa
Sobre o que acontecer depois...
Há uns meios para se perder, amor
E tanto desespero assim é dor
Atente para os espólios
Veja que o mito é o ódio
Corra contra o tempo
E veja o quanto é impossível a perfeição
Não nos perca de vista,
Navegue em recaídas
Esse é um sentimento bom
Que desemboca no fervor
De qualquer ilusão.
E os pensamentos raros surgem
Na velocidade desse bons momentos,
Escaneiam nossas vidas, curam as feridas
E imprimem o existir.
Caleidoscópios se quebram
E atos irromperam
Você não quer enxergar óbvio,
Mas o ócio nos consome até o fim.
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